Quem conduz.
Vector Insight é uma consultoria boutique de engenharia de software para sistemas críticos. Um time pequeno e selecionado, que atua de perto em cada projeto e constrói os próprios produtos.
Trabalhamos perto de sistemas que não podem cair: o código antigo que sustenta a operação, a infraestrutura que cresceu cara demais, o produto que ainda não existe. Em todos os casos vale a mesma convicção: mudança grande demais, de uma vez, é a aposta mais cara da engenharia. Por isso fazemos por partes, em produção, com o negócio de pé a cada etapa.
Daí decorre a segunda convicção: jogar fora código que funciona é, quase sempre, desperdício de capital e de conhecimento. O que costuma faltar é clareza sobre o sistema, e cada trabalho começa por construí-la: é ela que permite decidir entre evoluir, migrar, cortar custo ou construir algo novo sem aposta às cegas.
Conduzimos internamente cada diagnóstico, cada desenho e cada execução. O time é pequeno e selecionado de propósito: é o que garante que quem analisa o seu sistema é quem responde pelo plano, sem terceirizar o julgamento que importa.
Produtos que saíram daqui.
Além de modernizar sistemas críticos, levamos software próprio ao mercado. CaseFy é a plataforma de orquestração de cases que centraliza processos de negócio, e RustPDF é a biblioteca de PDF enterprise em Rust com bindings para seis linguagens. Ambos são construídos e operados por este time: são a prova prática de que sabemos tirar um produto da ideia até a produção.
Sistemas que voltaram a ser modernos.
Um ERP logístico com 15 anos de estrada, que se estimava reescrever em dois anos. Em vez de reescrever, nós o modernizamos em dois meses, em produção: bibliotecas atualizadas, vulnerabilidades corrigidas, código modularizado, infraestrutura migrada de VMs para containers com autoescala, observabilidade no lugar dos logs em arquivo e mais de 80% de cobertura de testes. Adicionar funcionalidade, antes arriscado e lento, virou trivial.
Um e-commerce enorme, feito sob medida e cheio de bugs, integrações mal feitas e lentidão. Já tinha resistido a várias tentativas de reescrita: as regras de negócio eram específicas demais para jogar fora. Em três meses, refatoramos boa parte do core, padronizamos e modularizamos os módulos principais e cobrimos o sistema de testes, fase a fase, em produção e sem downtime. O software voltou a ser moderno.
Um sistema corporativo de rastreamento de frota que, depois de uma fusão, precisava escalar para 4× mais requisições. Estava lento, com custos de infraestrutura cada vez maiores. Refatoramos o core, derrubamos o tempo de resposta e deixamos o código limpo e fácil de manter; montamos do zero o ambiente de desenvolvimento (testar e codar ali era um caos) e uma esteira de CI/CD madura; e levamos o software para a nuvem, com muito mais capacidade e infraestrutura mais de 3× mais barata.
São três exemplos entre muitos: sistemas que pareciam casos de reescrita e voltaram a evoluir com segurança.
Jogar fora código que funciona é, quase sempre, desperdício de capital e de conhecimento.
Vector Insight
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