Arquitetura e tech due diligence — Vector Insight
Prática · Arquitetura

A arquitetura antes da decisão cara.

Tech due diligence e desenho de arquitetura para decisões que custam caro responder errado: fusão, aquisição, reescrita, escolha de stack. Um parecer com fatos, não com palpite.

Decisões de arquitetura são apostas até alguém ler o sistema.

Uma aquisição se precifica com base no que o sistema “parece” ser. Uma reescrita é aprovada no board sem mapa do que existe. Uma escolha de stack decide os próximos cinco anos de custo e de contratação. Nos três casos, a decisão é cara e a informação é rasa.

A leitura técnica com método muda isso: o que o sistema é hoje, o que ele vale, e o que cada caminho custa. Com esse parecer na mesa, a diretoria decide sobre fatos.

O que a avaliação entrega.

  1. I

    Leitura da arquitetura atual

    O que existe de pé: módulos, acoplamento, dívida técnica, riscos, dependências críticas e onde está o conhecimento concentrado.

  2. II

    Opções com custo honesto

    Os caminhos possíveis (evoluir, migrar, reescrever, consolidar), cada um com estimativa realista de esforço, risco e prazo. Incluindo o que não vale a pena fazer.

  3. III

    Parecer para a diretoria

    Um documento que defende a decisão com fatos: o que foi lido, o que cada caminho custa e qual recomendamos, pronto para apresentar ao board.

Os momentos em que fazemos isso.

Fusão e aquisição

Saber o que se está comprando

O sistema é o coração do ativo. A due diligence técnica diz o que ele vale, o que vai custar integrar e onde estão as surpresas.

Reescrita em questão

Salvar ou descartar, com prova

Antes de aprovar uma reescrita, a leitura mostra o que vale evoluir e o que, com franqueza, não vale. O veredito honesto sai com fatos.

Escolha de stack

Decidir os próximos anos

Migração de tecnologia avaliada pelo custo total: o da migração e o de operar, contratar e evoluir depois.

Segunda opinião

Conferir o plano na mesa

Um plano de arquitetura já proposto por outra parte, lido com método e criticado com franqueza antes de comprometer o orçamento.

Perguntas frequentes

Vocês leem o código ou só a documentação?

Lemos o código. Documentação envelhece mais rápido que o sistema; o que sustenta o negócio está no código e no comportamento em produção. A leitura é conduzida por nós, sob NDA, em acesso somente leitura se preferir.

Quanto custa?

Por escopo, fechado antes de começar, conforme o tamanho e a criticidade do sistema. Sem surpresa no meio do caminho.

Funciona para avaliar uma empresa que vamos comprar?

Sim. É um dos usos principais: entender o que o sistema da alvo vale, o que custará integrar e onde estão os riscos que podem virar custo depois do fechamento.

Vocês indicam sempre a evolução? Alguma vez recomendam a reescrita?

Com franqueza, e às vezes sim. A reescrita é a exceção cara, mas existe caso: quando o que sustenta o negócio não se sustenta mais. A diferença é que, quando recomendamos, é com o mapa completo e o custo honesto, não por reflexo.

Antes da decisão cara, a leitura barata.

Uma conversa de 30 minutos, sob NDA, para entender o que está em jogo e o que uma avaliação entregaria.