Saber o que se está comprando
O sistema é o coração do ativo. A due diligence técnica diz o que ele vale, o que vai custar integrar e onde estão as surpresas.
Tech due diligence e desenho de arquitetura para decisões que custam caro responder errado: fusão, aquisição, reescrita, escolha de stack. Um parecer com fatos, não com palpite.
Uma aquisição se precifica com base no que o sistema “parece” ser. Uma reescrita é aprovada no board sem mapa do que existe. Uma escolha de stack decide os próximos cinco anos de custo e de contratação. Nos três casos, a decisão é cara e a informação é rasa.
A leitura técnica com método muda isso: o que o sistema é hoje, o que ele vale, e o que cada caminho custa. Com esse parecer na mesa, a diretoria decide sobre fatos.
O que existe de pé: módulos, acoplamento, dívida técnica, riscos, dependências críticas e onde está o conhecimento concentrado.
Os caminhos possíveis (evoluir, migrar, reescrever, consolidar), cada um com estimativa realista de esforço, risco e prazo. Incluindo o que não vale a pena fazer.
Um documento que defende a decisão com fatos: o que foi lido, o que cada caminho custa e qual recomendamos, pronto para apresentar ao board.
O sistema é o coração do ativo. A due diligence técnica diz o que ele vale, o que vai custar integrar e onde estão as surpresas.
Antes de aprovar uma reescrita, a leitura mostra o que vale evoluir e o que, com franqueza, não vale. O veredito honesto sai com fatos.
Migração de tecnologia avaliada pelo custo total: o da migração e o de operar, contratar e evoluir depois.
Um plano de arquitetura já proposto por outra parte, lido com método e criticado com franqueza antes de comprometer o orçamento.
Lemos o código. Documentação envelhece mais rápido que o sistema; o que sustenta o negócio está no código e no comportamento em produção. A leitura é conduzida por nós, sob NDA, em acesso somente leitura se preferir.
Por escopo, fechado antes de começar, conforme o tamanho e a criticidade do sistema. Sem surpresa no meio do caminho.
Sim. É um dos usos principais: entender o que o sistema da alvo vale, o que custará integrar e onde estão os riscos que podem virar custo depois do fechamento.
Com franqueza, e às vezes sim. A reescrita é a exceção cara, mas existe caso: quando o que sustenta o negócio não se sustenta mais. A diferença é que, quando recomendamos, é com o mapa completo e o custo honesto, não por reflexo.
Uma conversa de 30 minutos, sob NDA, para entender o que está em jogo e o que uma avaliação entregaria.