Modernização de sistemas críticos
Evoluímos o sistema antigo por partes, em produção, sem o risco de uma reescrita do zero. Começa por um diagnóstico de 7 a 15 dias.
Da modernização de um legado ao produto que ainda não existe.
O mesmo princípio, aplicado a sete problemas diferentes. A porta de entrada mais comum é o sistema que ninguém ousa tocar.
Evoluímos o sistema antigo por partes, em produção, sem o risco de uma reescrita do zero. Começa por um diagnóstico de 7 a 15 dias.
Mapeamos o processo, escolhemos o modelo, integramos no seu sistema e medimos o resultado. IA como ferramenta de engenharia, com os dados no seu controle e os pés no chão da LGPD.
Sistema lento, instável, que cai quando cresce. Encontramos o gargalo e o corrigimos em produção, sem parar a operação.
Onde a infraestrutura desperdiça dinheiro, quanto dá para recuperar e em que ordem. Parte da remuneração pode ser atrelada à economia.
On-premises para a nuvem, ou de uma nuvem para outra. Faseada, com reversão possível a cada etapa e o negócio de pé durante a travessia.
Sistema novo, integração ou automação: o que ainda não existe e o negócio precisa. Do desenho à primeira versão em produção, sem prometer o impossível.
Leitura da arquitetura antes da decisão cara: fusão, aquisição, reescrita, escolha de stack. Um parecer que você leva ao board.
É assim que trabalhamos, em qualquer prática. O que muda é o sistema em jogo; o caminho é o mesmo.
Antes de qualquer linha, entendemos com precisão o que existe: o que vale, o que não vale e por onde começar. Nada de evoluir às cegas.
Cada parte é isolada, testada e colocada em produção antes da seguinte. Se algo der errado, o estrago cabe na parte, não no negócio.
Cada trabalho termina com o conhecimento transferido. Você deixa de depender de quem escreveu o original, inclusive de nós.
Duas ferramentas que construímos e operamos, da ideia à produção, com a mesma engenharia dos serviços.
Plataforma que centraliza dados, documentos, participantes, decisões e automações do processo em um único lugar rastreável. Feita para RH, jurídico, saúde e finanças.
Biblioteca de PDF com um core memory-safe em Rust e bindings para seis linguagens. PDF/A, assinatura digital PAdES e criptografia AES-256, licenciada para rodar nos seus servidores.
Três sistemas grandes e antigos, todos com “prazo de reescrita” marcado, de volta ao estado da arte. Sem parar o negócio.
Estimavam dois anos para reescrever do zero. Modernizamos em dois meses, sem reescrever: bibliotecas atualizadas, vulnerabilidades corrigidas, código modularizado, VMs trocadas por containers com autoescala, observabilidade no lugar dos logs em arquivo e mais de 80% de cobertura de testes.
Lento, cheio de bugs e integrações mal feitas. Já tinha resistido a várias reescritas: as regras de negócio eram específicas demais para jogar fora. Em três meses refatoramos o core, padronizamos e modularizamos os módulos principais e cobrimos tudo de testes, sem parar a operação.
Depois de uma fusão, precisava aguentar 4× mais requisições. Estava lento, com infra cada vez mais cara. Refatoramos o core, derrubamos o tempo de resposta, montamos o ambiente de dev e uma esteira de CI/CD madura e levamos para a nuvem: muito mais capacidade, infraestrutura mais de 3× mais barata.
Assim como essas três empresas, muitas outras chegaram com o veredito de “reescrever do zero”. Seus sistemas voltaram a ser modernos, rápidos, testados, fáceis de evoluir e mais baratos de operar, sem perder os anos de regra de negócio que ninguém poderia descartar. É isso que o trabalho por partes entrega.
Trinta minutos, sob NDA, para entender o seu problema e dizer com franqueza se é um problema que podemos resolver.