Quanto vai melhorar?
Não prometemos número antes de medir, e quem promete antes de medir está chutando. Depois da medição, você recebe o potencial de cada correção, por ordem de retorno por esforço.
Funciona para a nossa tecnologia?
Praticamente qualquer stack. O que medimos são tempo, custo e gargalo: princípios que independem da linguagem ou do provedor.
Vocês mudam o sistema em produção?
Sim, e é aí que o método importa: cada correção é isolada, reversível e provada antes de seguir. O negócio não fica parado esperando o resultado.
E se o problema for a arquitetura inteira?
Aí o diagnóstico de performance vira o começo de uma conversa de arquitetura. A diferença é que, com a medição, essa conversa começa com fatos, não com opinião.